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Naturezactiva - O mundo dos Psitacídeos

Catatua-pequena-de-crista-amarela

 




Dieta:
Alimentam-se de sementes, bagas e frutos, incluindo cocos



Ordem: PSITTACIFORMES
Família: Cacatuidae
Nome Científico: Cacatua sulphurea sulphurea

Distribuição e Habitat :
Reconhecem-se, actualmente, quatro subespécies nesta espécie, que se distribuem pelas ilhas Celebes e do mar de Timor, entre as quais a subespécie Cacatua sulphurea sulphurea, que está representada no Zoo de Lisboa. As aves desta espécie vivem em matas abertas e terrenos de cultivo, desde o nível do mar até aos 1200 metros de altitude.

Hábitos:
Procuram alimento nas árvores, principalmente. São aves muito gregárias.

Identificação:
Medem 33 cm de comprimento. A plumagem é toda branca, à excepção da parte inferior das asas e da cauda, que têm tonalidade amarelo-pálida e das penas auriculares de cor amarela. O bico é negro e as patas são cinzentas. A zona periocular (em torno dos olhos) é azul-clara e os olhos são negros nos machos e castanho-avermelhados nas fêmeas. As patas são zigodáctilas (têm dois dedos virados para a frente e dois dedos virados para trás; em geral, as aves apresentam três dedos virados para a frente e um para trás). As várias subespécies diferem no tamanho do corpo, na intensidade da cor das auriculares e na cor da crista. Na subespécie Cacatua sulphurea sulphurea, as auriculares e a crista têm cor amarelo-viva.

Reprodução: 
Há pouca informação sobre a reprodução no habitat natural. São encontrados animais reprodutores em Setembro ou Outubro. Os casais nidificam em grande proximidade e utilizam ocos de árvores para a construção do ninho. A postura é de dois a três ovos, cuja incubação é realizada durante cerca de 27 dias pelos dois elementos do casal. As crias são altriciais (totalmente dependentes dos pais durante os primeiros tempos de vida). Os juvenis permanecem no ninho cerca de 10 semanas, sendo alimentados por ambos os progenitores.

Estatuto de conservação e principais ameaças:
Esta espécie estava há pouco tempo considerada em perigo, mas foi recentemente classificada como criticamente em perigo (segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza). Pertence ao Apêndice II da CITES. As principais ameaças são a captura para o comércio de aves de cativeiro e a destruição do habitat. A população total em estado selvagem está, actualmente, estimada em menos de 10 000 indivíduos, com tendência a decrescer

Fontes: http://www.zoo.pt/
 
 
 

 

 
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